Na Romênia, um homem dizia sempre para seu filho “haja o que houver eu sempre estarei ao seu lado”.
Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes. Na hora do terremoto esse homem estava em uma estrada e ao saber do ocorrido correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola. Foi imediatamente para lá e encontrou a escola totalmente destruída. Não restou uma só parede de pé. Tomado de uma enorme tristeza ficou ali ouvindo a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida): “Haja o que houver eu estarei sempre ao seu lado”
Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e sua promessa não cumprida o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha: o portão (que não mais existia)... O corredor... Olhava as paredes... Olhando aquele rostinho confiante, passava pela sala do terceiro ano, virava o corredor e o olhava ao entrar. Resolveu fazer em cima dos escombros o mesmo trajeto: portão... Corredor.. .virou à direita... Parou em frente o que deveria ser a porta da sala.
Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava, todo desolado, e continuava a ouvir sua promessa não cumprida: “haja o que houver eu sempre estarei com você” - ele não estava... Começou a cavar com as mãos.
Nisso chegaram outros pais que embora bem intencionados, mas também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo - vá para casa, não adianta, não sobrou ninguém - ao que ele retrucava... - Você vai me ajudar?
Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco todos se afastavam.
Chegaram os policiais, que também tentaram retira-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado alguém com vida.
Havia outros locais com mais esperança, mas esse homem não esquecia sua promessa feita ao filho. A única coisa que ele dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era: “você vai me ajudar?”
Mas eles também o abandonavam.
Chegaram os bombeiros e foi a mesma coisa:
- Saia dai, você não vê que não pode ter sobrado ninguém vivo? Ainda vai colocar em risco a vida das pessoas que querem te ajudar, pois continuam havendo explosões e incêndios!
Mas ele retrucava - Você vai me ajudar?
- Você esta tomado pela dor, não enxerga mais nada... ou então é raiva pela desgraça...
- Você vai me ajudar?
Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali, 5hs...10hs...12hs...22hs...24hs...30hs...já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou estava morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:
- Pai... Estou aqui!
Feliz, fez mais força para abrir um vão maior e perguntou:
- Você esta bem?
- Estou. Mas com sede, fome e muito medo
- Tem mais alguém com você?
- Sim, dos 36 da classe, 14 estão comigo; estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem!
Apenas se conseguia se ouvir seus gritos de alegria.
- Pai, eu falei a eles: vocês podem ficar sossegados, pois meu pai vai nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora “haja o que houver meu pai, estará sempre ao meu lado”...
- Vamos, abaixe-se e tente sair por esse buraco...
- Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver você estará me esperando.
ASSIM É O NOSSO DEUS, PENSE NISSO
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
ESCÂNDALOS
E os escândalos se sucedem. Um atrás de outro. Hoje mais que ontem.
O que é um escândalo? Como devemos proceder diante deles? É normal que aconteçam? Por que estão acontecendo tantos escândalos entre os cristãos no mundo? O que é verdade e o que é mentira nas acusações contra líderes evangélicos?
Devemos buscar respostas práticas para estas questões e esclarecer as igrejas em relação a este assunto.
Definição
Assim se define a palavra escândalo no grego: armadilha, cilada, tropeço, qualquer impedimento colocado no caminho e que faz alguém tropeçar ou cair; pedra de tropeço; ocasião de tropeço; qualquer pessoa ou coisa pela qual alguém se torna presa ou afoga-se no erro ou pecado.
Geralmente os escândalos aparecem como fruto de um afastamento de Deus, em maior ou menor nível. Este afastamento é chamado de apostasia (separação, deserção, divórcio, repúdio), que abrange desde a negação e abandono da fé, 1Tm 4.1; 2Tm 2.17-18; até a Revolta Final contra Deus, 2Ts 2.3. Geralmente um escândalo é a parte final de um processo que começa pequeno e vai sendo aceito e desenvolvido na vida da pessoa envolvida até que vem à luz.
Alguns promovem escândalos por optarem por uma vida de pecado após estarem ao lado de Jesus. Isto é chamado de Apostasia moral.
Outros escandalizam quando preferem elaborar e propagar doutrinas heréticas, deturpações das Escrituras, que aprisionam e desviam as pessoas da verdade. Isto se chama Apostasia teológica.
Passos que levam à apostasia (Bíblia Pentecostal)
✔ O crente, por sua falta de fé, deixa de levar plenamente a sério as verdades, exortações, advertências, promessas e ensinos da Palavra de Deus (Mc 1.15; Lc 8.13; Jo 5.44,47; 8.46)
Os mandamentos de Deus nos protegem de males e nos provê benefícios. Não levar a sério os mandamentos significa por em risco a vida cristã saudável. Quando não se leva a sério toda a Palavra de Deus corre-se o risco de escandalizar através de alguma atitude reprovável.
✔ Quando as realidades do mundo chegam a ser maiores do que as do reino celestial de Deus, o crente deixa paulatinamente de aproximar-se de Deus através de Cristo (Hb 4.16; 7.19,25; 11.6; 2Co 4.18)
O olhar focado nos males, principalmente do “mundo evangélico”, podem nos impelir à apostasia! Com muita facilidade os próprios cristãos falam mal da Igreja como se falassem de um clube de futebol que vai mal num campeonato. O pior é quando existe razão para isto! Não digo que sejamos cegos aos males. Não. É nosso dever localizá-los, contrariá-los devidamente, mas não nos esquecermos da Igreja santa, pura e sem mácula que está preservada e bem próxima de nós. Mesmo que, neste aspecto, tenhamos que enxergar pela fé. As realidades espirituais devem ser maiores que as da terra.
✔ Por causa da aparência enganosa do pecado, a pessoa se torna cada vez mais tolerante com ele em sua própria vida (1Co 6.9,10; Ef 5.5; Hb 3.13)
É aquele estado em que a pessoa já não ama a retidão nem odeia a iniqüidade. Vivemos em Cristo para o equilíbrio entre aceitar as pessoas sem aprovar seus pecados. Alguns rejeitam pessoas por causa de seus pecados. Jesus não fez isto. O problema é quando aceitamos os pecados em nossas vidas sem nos revoltarmos contra eles. Começamos a pensar que os fins justificam os meios e já não nos preocupamos com as “pequenas injustiças”, “pequenas mentiras”, etc. Com esta atitude caminha-se para o escândalo.
✔ Por causa da dureza do seu coração (Hb 3.8,13) e da sua rejeição dos caminhos de Deus (Hb 3.10), não faz caso da repetida voz e repreensão do Espírito Santo (Ef 4.30; 1Ts 5.19-22; Hb 3.7-11)
O coração pode endurecer se não entendermos as tribulações, tentações, angústias e perseguições, Mt 13.20,21. Há muitos que, por não entenderem que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, Rm 8.28, acabam por se revoltarem contra Deus considerando-o injusto. Muitos guardam esta mágoa muito bem escondida em seus corações e necessitam de cura. A insensibilidade se avoluma e não lhes permite ouvir a voz do Espírito Santo.
✔ O Espírito Santo se entristece (Ef 4.30; cf. Hb 3.7,8); seu fogo se extingue (1Ts 5.19) e seu templo é profanado (1Co 3.16). Finalmente, Ele afasta-se daquele que antes era crente (Jz 16.20; Sl 51.11; Rm 8.13; 1Co 3.16,17; Hb 3.14)
O que se pode fazer neste mundo sem o Espírito Santo? Sem o Espírito Santo Saul caminhou para a morte vergonhosa. Tomou atitudes erradas, perdeu a paz de espírito, ficou atormentado por espíritos malignos, caiu na incoerência, transgrediu sua própria Lei, levantou-se contra os seus familiares, pecou abertamente contra Deus. Davi clamou que isto não acontecesse consigo, Sl 51.11. Ele testemunhou a decadência de Saul pela ausência do Espírito.
A verdade a respeito dos escândalos
Claro está que se dependesse dos comprometidos e fiéis os escândalos jamais aconteceriam. Os que amam a Deus de verdade preferem morrer a permitir que seus atos ofendam a Deus e seu Nome. Assim se expressou Jó: “Ainda que ele me mate, nele esperarei”, Jó 13.15.
No entanto, a realidade a respeito dos escândalos não é a que gostaríamos. Jesus, ao falar sobre os tropeços, nos dá uma notícia diferente da nossa expectativa:
• Jesus disse que é impossível que os escândalos não venham
E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Lucas 17.1
É difícil de entender. Mas Jesus está dizendo que eles serão inevitáveis. Embora rejeitemos os escândalos e nos revoltemos contra eles temos que entender que eles vão ocorrer, mesmo contra nossa vontade ou querer. Não significa que devamos abrir mão da qualidade de vida cristã ou concordarmos com os erros que levam à vergonha. Temos nossa parte a cumprir e obedecer, temos nossa responsabilidade de permanecer em pé. Ora, por que será impossível evitá-los? Talvez a próxima afirmação do próprio Jesus nos ajude.
• Jesus disse que os escândalos são necessários
Ai do mundo, por causa dos escândalos. Porque é mister (necessário, forçoso, urgente) que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem! Mateus 18.7
Quando olhamos para os prejuízos que os escândalos trazem, fica difícil imaginar por que são necessários. Decepções, desistências, revoltas, má fama, descrédito, tudo isto é fruto dos escândalos. É preciso estar bem centrado e firmado na Palavra de Jesus para, apesar de todo mau sentimento, acreditar na “necessidade” de um escândalo. Paulo nos responde parte desta questão. Ele disse: E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós. 1 Co 11.19. Esta é uma das “utilidades” dos escândalos. Mas, ainda que não entendamos plenamente, estejamos certos de que o escândalo que aconteceu ou irá acontecer, no âmbito da soberania de Deus, foi “necessário”.
• Jesus lamentou pelo mundo por causa dos escândalos
Ai do mundo, por causa dos escândalos... Mt 18.7
As pessoas estão buscando soluções e respostas para suas vidas. Por muitos caminhos procuram e não encontram. Deveriam buscar no Jesus proclamado pela igreja. Se estas pessoas se escandalizam pela má conduta dos crentes e sua liderança antes de encontrarem Jesus, ai delas! Onde encontrarão a verdade? Onde encontrarão o caminho? Continuarão procurando nas trevas. Por isso Jesus disse: Ai do mundo por causa dos escândalos... Eles vão ficar sem resposta na vida por causa daqueles que, afastando-se de Deus, praticaram atos indignos. Então Jesus enfatiza outra lamentação: por aqueles por meio de quem o escândalo veio...
• Jesus lamenta o que vai acontecer com a pessoa que escandalizar
...mas ai daquele homem por quem o escândalo vem! Mt 18.7
O ai que Jesus expressa significa uma exclamação de pesar, de tristeza. Também tem o significado de “desgraçado”, isto é, aquele que saiu da graça. É aquele que se engana a si mesmo, pensando de si aquilo que não é a verdade: Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu), Ap 3:17. Este contexto fala da repreensão e do castigo que Jesus dará àquele que não é nem frio nem quente; àquele que por ser morno está prestes a ser vomitado de sua boca. Não é uma situação agradável. Por isto Jesus lamenta.
Postura diante dos escândalos
• Devo localizar e me afastar dos que escandalizam a doutrina
E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Romanos 16.17
Não significa afastar-se de quem erra pura e simplesmente. Significa deixar por si aquele que não se corrige, não abre mão de sua postura beligerante, rejeita a disciplina e se mantém voluntariamente no erro. Destes só nos resta nos afastarmos. Deus faz assim. Sua medida de misericórdia e paciência é imensurável. Mas, havendo resistência à sua instrução ele entrega e abandona às suas escolhas, Rm 1.24,26,28.
• Devo me portar de maneira que não dê escândalo para ninguém
Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. 1Co 10.32.
Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes, seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Rm 14.13
Tenho que ter uma vida exemplar e responsável e levar sempre em consideração as conseqüências de minhas escolhas. Se submeter-me a Deus antes de tomar minhas decisões certamente Ele me poupará de errar a ponto de escandalizar meus irmãos e o mundo, Sl 18.36; 40.2; 119.133.
• Devo vigiar para não generalizar e me desiludir com a Igreja por causa de escândalos
Ou desprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? 1Co 11.22
O mau entendimento em relação à comunhão fez com que muitos (irmãos) viessem a desprezar a Igreja de Deus, trazendo vergonha aos menos favorecidos. Isto tem ocorrido tanto dentro como fora da igreja. A palavra “envergonhais” refere-se a alguém que cora de vergonha quando sofre uma repulsa, ou quando alguma esperança termina em desilusão.
É muito comum, por causa de um escândalo, fazerem referências negativas à Igreja como um todo. Embora comum, devemos notar a injustiça desta prática. Para cada escândalo que ocorre existem milhares de fiéis que mantém o testemunho exemplar de retidão na fé cristã.
É responsabilidade da liderança da igreja preparar o rebanho para:
• Enfrentar estas afrontas que crescerão até o fim dos tempos.
• Saber que não devemos nos decepcionar com a graça de Deus por culpa de falsos irmãos.
• Não se escandalizar com a Igreja por descobrirmos os pecados encobertos.
• Não abandonar a Jesus por culpa de desvios de doutrina operados pela cegueira de homens inescrupulosos.
• Não denegrir a Igreja por causa dos lobos devoradores que não perdoam o rebanho, At 20.29.
• Não nos desiludir com a Igreja nem desesperançar da presença de Deus por causa dos males crescentes no mundo.
Escândalo de ovelhas X escândalos de líderes
Convém saber diferenciar plenamente as conseqüências dos erros entre os dois grupos. O espaço de responsabilidade que ocupam determina a amplitude do estrago que podem cometer. Embora todo escândalo seja vergonhoso e reflita negativamente contra a comunidade cristã, devemos saber que é próprio das ovelhas que se desgarrem, se percam no caminho, Mt 10.6, briguem e se escorneiem entre si, engordem, oprimam as mais fracas, Ez 34.21, sejam atraídas para pastagens mais verdinhas e enganosas, caiam em buracos, barrancos, abismos e tenham que ser buscadas pelos seus pastores que devem cuidar, além de tudo, que elas não sejam alvo dos lobos que de vez em quando rodeiam o rebanho. Por isto Deus escolhe pastores que cuidem de seu rebanho, que supram as fragilidades próprias das ovelhas, que busquem a perdida com afinco, que se alegrem ao encontrá-la e ao trazê-la de volta.
Mas quando estes que deveriam ser exemplares e cuidadosos guardiões das ovelhas começam a olhar mais para si desprezando o rebanho de Deus, fazendo-as errar o caminho, Jr 50.6, seus escândalos são mais amplos, causam muito mais desilusão, decepção, acusação, enfermidade, revolta, cobrança e desprezo. Bem disse Spurgeon certa vez: “Se o observatório de Greenwich estiver errado, a metade de Londres ficará desorientada. O mesmo acontece com o ministro. Ele é o relógio da comunidade. Muitos conferem sua hora com ele e, se ele for incorreto, todos andarão erradamente”.
Por outro lado ai do homem por quem o escândalo vem... O castelo dele cairá cedo ou tarde com o custo do tempo e da vida dele e da minha parenta.
Por mais irado e indignado que tenha ficado não me espanto mais como antes. Uns culpam a Deus, a igreja, a “laia” dos crentes, etc. Mas a Igreja e o Noivo continuam inabaláveis diante de mim. É isto que quero ensinar: não se espante com o que há de ocorrer. Coisas piores poderão vir. Nunca ponha em dúvida a obra da vida de Jesus, a Igreja.
Por onde começa o juízo?
Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus? 1 Pedro 4.17.
É preciso que tenhamos em mente que estamos destinados à rejeição neste mundo. Por mais justos, corretos e irrepreensíveis que sejamos em tudo que fizermos, Jesus nos advertiu que seríamos perseguidos assim como ele o foi: Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós, Jo 15.20. E sabemos que não houve ninguém mais irrepreensível que Ele.
Porém, se somos perseguidos pelos erros que cometemos não temos nada com que nos orgulharmos, pelo contrário a primeira coisa que farão será comparar nossos erros com a mensagem cristã que proclamamos, lançando-nos em rosto nossos atos: Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? 1Pe 2.20.
O juízo começa na Igreja de Deus. Tenhamos nossa conduta exemplar fazendo todas as coisas de maneira honesta e justa. Não procuremos atalhos, não abramos oportunidade para o inimigo nos envergonhar quer nas pequenas quer nas grandes coisas.
Jesus, o Noivo está atento e ativo. Ele toma providências. Se necessário for nos envergonhar para nos corrigir, assim permitirá. Em Apocalipse 2 descreve que ele vai premiar nossa perseverança e luta contra o mal e punirá os que abusam de sua Igreja com práticas vergonhosas.
O texto nos mostra o quanto Jesus é paciente e misericordioso: Ele dá tempo até para “Jezabel” se arrepender. Se ela não se arrepende, Ele a põe doente, de cama; permite tribulação a todos os que erram com ela, fere de morte a seus filhos e diz: "e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda as mentes e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras". Ap 2.23
O que é um escândalo? Como devemos proceder diante deles? É normal que aconteçam? Por que estão acontecendo tantos escândalos entre os cristãos no mundo? O que é verdade e o que é mentira nas acusações contra líderes evangélicos?
Devemos buscar respostas práticas para estas questões e esclarecer as igrejas em relação a este assunto.
Definição
Assim se define a palavra escândalo no grego: armadilha, cilada, tropeço, qualquer impedimento colocado no caminho e que faz alguém tropeçar ou cair; pedra de tropeço; ocasião de tropeço; qualquer pessoa ou coisa pela qual alguém se torna presa ou afoga-se no erro ou pecado.
Geralmente os escândalos aparecem como fruto de um afastamento de Deus, em maior ou menor nível. Este afastamento é chamado de apostasia (separação, deserção, divórcio, repúdio), que abrange desde a negação e abandono da fé, 1Tm 4.1; 2Tm 2.17-18; até a Revolta Final contra Deus, 2Ts 2.3. Geralmente um escândalo é a parte final de um processo que começa pequeno e vai sendo aceito e desenvolvido na vida da pessoa envolvida até que vem à luz.
Alguns promovem escândalos por optarem por uma vida de pecado após estarem ao lado de Jesus. Isto é chamado de Apostasia moral.
Outros escandalizam quando preferem elaborar e propagar doutrinas heréticas, deturpações das Escrituras, que aprisionam e desviam as pessoas da verdade. Isto se chama Apostasia teológica.
Passos que levam à apostasia (Bíblia Pentecostal)
✔ O crente, por sua falta de fé, deixa de levar plenamente a sério as verdades, exortações, advertências, promessas e ensinos da Palavra de Deus (Mc 1.15; Lc 8.13; Jo 5.44,47; 8.46)
Os mandamentos de Deus nos protegem de males e nos provê benefícios. Não levar a sério os mandamentos significa por em risco a vida cristã saudável. Quando não se leva a sério toda a Palavra de Deus corre-se o risco de escandalizar através de alguma atitude reprovável.
✔ Quando as realidades do mundo chegam a ser maiores do que as do reino celestial de Deus, o crente deixa paulatinamente de aproximar-se de Deus através de Cristo (Hb 4.16; 7.19,25; 11.6; 2Co 4.18)
O olhar focado nos males, principalmente do “mundo evangélico”, podem nos impelir à apostasia! Com muita facilidade os próprios cristãos falam mal da Igreja como se falassem de um clube de futebol que vai mal num campeonato. O pior é quando existe razão para isto! Não digo que sejamos cegos aos males. Não. É nosso dever localizá-los, contrariá-los devidamente, mas não nos esquecermos da Igreja santa, pura e sem mácula que está preservada e bem próxima de nós. Mesmo que, neste aspecto, tenhamos que enxergar pela fé. As realidades espirituais devem ser maiores que as da terra.
✔ Por causa da aparência enganosa do pecado, a pessoa se torna cada vez mais tolerante com ele em sua própria vida (1Co 6.9,10; Ef 5.5; Hb 3.13)
É aquele estado em que a pessoa já não ama a retidão nem odeia a iniqüidade. Vivemos em Cristo para o equilíbrio entre aceitar as pessoas sem aprovar seus pecados. Alguns rejeitam pessoas por causa de seus pecados. Jesus não fez isto. O problema é quando aceitamos os pecados em nossas vidas sem nos revoltarmos contra eles. Começamos a pensar que os fins justificam os meios e já não nos preocupamos com as “pequenas injustiças”, “pequenas mentiras”, etc. Com esta atitude caminha-se para o escândalo.
✔ Por causa da dureza do seu coração (Hb 3.8,13) e da sua rejeição dos caminhos de Deus (Hb 3.10), não faz caso da repetida voz e repreensão do Espírito Santo (Ef 4.30; 1Ts 5.19-22; Hb 3.7-11)
O coração pode endurecer se não entendermos as tribulações, tentações, angústias e perseguições, Mt 13.20,21. Há muitos que, por não entenderem que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, Rm 8.28, acabam por se revoltarem contra Deus considerando-o injusto. Muitos guardam esta mágoa muito bem escondida em seus corações e necessitam de cura. A insensibilidade se avoluma e não lhes permite ouvir a voz do Espírito Santo.
✔ O Espírito Santo se entristece (Ef 4.30; cf. Hb 3.7,8); seu fogo se extingue (1Ts 5.19) e seu templo é profanado (1Co 3.16). Finalmente, Ele afasta-se daquele que antes era crente (Jz 16.20; Sl 51.11; Rm 8.13; 1Co 3.16,17; Hb 3.14)
O que se pode fazer neste mundo sem o Espírito Santo? Sem o Espírito Santo Saul caminhou para a morte vergonhosa. Tomou atitudes erradas, perdeu a paz de espírito, ficou atormentado por espíritos malignos, caiu na incoerência, transgrediu sua própria Lei, levantou-se contra os seus familiares, pecou abertamente contra Deus. Davi clamou que isto não acontecesse consigo, Sl 51.11. Ele testemunhou a decadência de Saul pela ausência do Espírito.
A verdade a respeito dos escândalos
Claro está que se dependesse dos comprometidos e fiéis os escândalos jamais aconteceriam. Os que amam a Deus de verdade preferem morrer a permitir que seus atos ofendam a Deus e seu Nome. Assim se expressou Jó: “Ainda que ele me mate, nele esperarei”, Jó 13.15.
No entanto, a realidade a respeito dos escândalos não é a que gostaríamos. Jesus, ao falar sobre os tropeços, nos dá uma notícia diferente da nossa expectativa:
• Jesus disse que é impossível que os escândalos não venham
E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Lucas 17.1
É difícil de entender. Mas Jesus está dizendo que eles serão inevitáveis. Embora rejeitemos os escândalos e nos revoltemos contra eles temos que entender que eles vão ocorrer, mesmo contra nossa vontade ou querer. Não significa que devamos abrir mão da qualidade de vida cristã ou concordarmos com os erros que levam à vergonha. Temos nossa parte a cumprir e obedecer, temos nossa responsabilidade de permanecer em pé. Ora, por que será impossível evitá-los? Talvez a próxima afirmação do próprio Jesus nos ajude.
• Jesus disse que os escândalos são necessários
Ai do mundo, por causa dos escândalos. Porque é mister (necessário, forçoso, urgente) que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem! Mateus 18.7
Quando olhamos para os prejuízos que os escândalos trazem, fica difícil imaginar por que são necessários. Decepções, desistências, revoltas, má fama, descrédito, tudo isto é fruto dos escândalos. É preciso estar bem centrado e firmado na Palavra de Jesus para, apesar de todo mau sentimento, acreditar na “necessidade” de um escândalo. Paulo nos responde parte desta questão. Ele disse: E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós. 1 Co 11.19. Esta é uma das “utilidades” dos escândalos. Mas, ainda que não entendamos plenamente, estejamos certos de que o escândalo que aconteceu ou irá acontecer, no âmbito da soberania de Deus, foi “necessário”.
• Jesus lamentou pelo mundo por causa dos escândalos
Ai do mundo, por causa dos escândalos... Mt 18.7
As pessoas estão buscando soluções e respostas para suas vidas. Por muitos caminhos procuram e não encontram. Deveriam buscar no Jesus proclamado pela igreja. Se estas pessoas se escandalizam pela má conduta dos crentes e sua liderança antes de encontrarem Jesus, ai delas! Onde encontrarão a verdade? Onde encontrarão o caminho? Continuarão procurando nas trevas. Por isso Jesus disse: Ai do mundo por causa dos escândalos... Eles vão ficar sem resposta na vida por causa daqueles que, afastando-se de Deus, praticaram atos indignos. Então Jesus enfatiza outra lamentação: por aqueles por meio de quem o escândalo veio...
• Jesus lamenta o que vai acontecer com a pessoa que escandalizar
...mas ai daquele homem por quem o escândalo vem! Mt 18.7
O ai que Jesus expressa significa uma exclamação de pesar, de tristeza. Também tem o significado de “desgraçado”, isto é, aquele que saiu da graça. É aquele que se engana a si mesmo, pensando de si aquilo que não é a verdade: Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu), Ap 3:17. Este contexto fala da repreensão e do castigo que Jesus dará àquele que não é nem frio nem quente; àquele que por ser morno está prestes a ser vomitado de sua boca. Não é uma situação agradável. Por isto Jesus lamenta.
Postura diante dos escândalos
• Devo localizar e me afastar dos que escandalizam a doutrina
E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Romanos 16.17
Não significa afastar-se de quem erra pura e simplesmente. Significa deixar por si aquele que não se corrige, não abre mão de sua postura beligerante, rejeita a disciplina e se mantém voluntariamente no erro. Destes só nos resta nos afastarmos. Deus faz assim. Sua medida de misericórdia e paciência é imensurável. Mas, havendo resistência à sua instrução ele entrega e abandona às suas escolhas, Rm 1.24,26,28.
• Devo me portar de maneira que não dê escândalo para ninguém
Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. 1Co 10.32.
Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes, seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Rm 14.13
Tenho que ter uma vida exemplar e responsável e levar sempre em consideração as conseqüências de minhas escolhas. Se submeter-me a Deus antes de tomar minhas decisões certamente Ele me poupará de errar a ponto de escandalizar meus irmãos e o mundo, Sl 18.36; 40.2; 119.133.
• Devo vigiar para não generalizar e me desiludir com a Igreja por causa de escândalos
Ou desprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? 1Co 11.22
O mau entendimento em relação à comunhão fez com que muitos (irmãos) viessem a desprezar a Igreja de Deus, trazendo vergonha aos menos favorecidos. Isto tem ocorrido tanto dentro como fora da igreja. A palavra “envergonhais” refere-se a alguém que cora de vergonha quando sofre uma repulsa, ou quando alguma esperança termina em desilusão.
É muito comum, por causa de um escândalo, fazerem referências negativas à Igreja como um todo. Embora comum, devemos notar a injustiça desta prática. Para cada escândalo que ocorre existem milhares de fiéis que mantém o testemunho exemplar de retidão na fé cristã.
É responsabilidade da liderança da igreja preparar o rebanho para:
• Enfrentar estas afrontas que crescerão até o fim dos tempos.
• Saber que não devemos nos decepcionar com a graça de Deus por culpa de falsos irmãos.
• Não se escandalizar com a Igreja por descobrirmos os pecados encobertos.
• Não abandonar a Jesus por culpa de desvios de doutrina operados pela cegueira de homens inescrupulosos.
• Não denegrir a Igreja por causa dos lobos devoradores que não perdoam o rebanho, At 20.29.
• Não nos desiludir com a Igreja nem desesperançar da presença de Deus por causa dos males crescentes no mundo.
Escândalo de ovelhas X escândalos de líderes
Convém saber diferenciar plenamente as conseqüências dos erros entre os dois grupos. O espaço de responsabilidade que ocupam determina a amplitude do estrago que podem cometer. Embora todo escândalo seja vergonhoso e reflita negativamente contra a comunidade cristã, devemos saber que é próprio das ovelhas que se desgarrem, se percam no caminho, Mt 10.6, briguem e se escorneiem entre si, engordem, oprimam as mais fracas, Ez 34.21, sejam atraídas para pastagens mais verdinhas e enganosas, caiam em buracos, barrancos, abismos e tenham que ser buscadas pelos seus pastores que devem cuidar, além de tudo, que elas não sejam alvo dos lobos que de vez em quando rodeiam o rebanho. Por isto Deus escolhe pastores que cuidem de seu rebanho, que supram as fragilidades próprias das ovelhas, que busquem a perdida com afinco, que se alegrem ao encontrá-la e ao trazê-la de volta.
Mas quando estes que deveriam ser exemplares e cuidadosos guardiões das ovelhas começam a olhar mais para si desprezando o rebanho de Deus, fazendo-as errar o caminho, Jr 50.6, seus escândalos são mais amplos, causam muito mais desilusão, decepção, acusação, enfermidade, revolta, cobrança e desprezo. Bem disse Spurgeon certa vez: “Se o observatório de Greenwich estiver errado, a metade de Londres ficará desorientada. O mesmo acontece com o ministro. Ele é o relógio da comunidade. Muitos conferem sua hora com ele e, se ele for incorreto, todos andarão erradamente”.
Por outro lado ai do homem por quem o escândalo vem... O castelo dele cairá cedo ou tarde com o custo do tempo e da vida dele e da minha parenta.
Por mais irado e indignado que tenha ficado não me espanto mais como antes. Uns culpam a Deus, a igreja, a “laia” dos crentes, etc. Mas a Igreja e o Noivo continuam inabaláveis diante de mim. É isto que quero ensinar: não se espante com o que há de ocorrer. Coisas piores poderão vir. Nunca ponha em dúvida a obra da vida de Jesus, a Igreja.
Por onde começa o juízo?
Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus? 1 Pedro 4.17.
É preciso que tenhamos em mente que estamos destinados à rejeição neste mundo. Por mais justos, corretos e irrepreensíveis que sejamos em tudo que fizermos, Jesus nos advertiu que seríamos perseguidos assim como ele o foi: Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós, Jo 15.20. E sabemos que não houve ninguém mais irrepreensível que Ele.
Porém, se somos perseguidos pelos erros que cometemos não temos nada com que nos orgulharmos, pelo contrário a primeira coisa que farão será comparar nossos erros com a mensagem cristã que proclamamos, lançando-nos em rosto nossos atos: Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? 1Pe 2.20.
O juízo começa na Igreja de Deus. Tenhamos nossa conduta exemplar fazendo todas as coisas de maneira honesta e justa. Não procuremos atalhos, não abramos oportunidade para o inimigo nos envergonhar quer nas pequenas quer nas grandes coisas.
Jesus, o Noivo está atento e ativo. Ele toma providências. Se necessário for nos envergonhar para nos corrigir, assim permitirá. Em Apocalipse 2 descreve que ele vai premiar nossa perseverança e luta contra o mal e punirá os que abusam de sua Igreja com práticas vergonhosas.
O texto nos mostra o quanto Jesus é paciente e misericordioso: Ele dá tempo até para “Jezabel” se arrepender. Se ela não se arrepende, Ele a põe doente, de cama; permite tribulação a todos os que erram com ela, fere de morte a seus filhos e diz: "e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda as mentes e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras". Ap 2.23
POR UMA ESPIRITUALIDADE SAUDÁVEL
Os acontecimentos deste tempo não são fáceis de enfrentar. Embora a violência, as injustiças e os sofrimentos sempre tenham existido, hoje convivemos com um volume maior deles ao nosso redor. Mas, ao invés de assumir uma atitude pessimista, podemos tomar algumas providências fundamentais. Umas delas é procurar viver uma espiritualidade saudável. Sim, porque há espiritualidades não saudáveis, que mais desonram e destroem o ser humano do que o favorecem.
O bom senso nos orienta a tomarmos algumas posturas adequadas para obter uma espiritualidade saudável:
1. Definitivamente dar menos valor às coisas materiais e efêmeras
A vida vale mais do que um produto, mais do que as riquezas, mais do que as posições sociais. Quando colocamos estas coisas acima da vida enveredamos pela ladeira destrutiva do engano, da ganância que gera insatisfação, na contramão da espiritualidade verdadeira.
2. Tomar a corajosa deliberação de reconhecer e valorizar o que é eterno
Em nosso interior há uma forte percepção de que a vida vai além da curta história que podemos escrever nesta terra. Convivemos com valores que se mostram tão ricos que não fariam sentido se fossem temporais. Assim é o amor, a amizade, a boa lembrança, os laços de alma, a solidariedade. São riquezas espirituais da alma cujos valores se estendem para além de nossa própria vida.
3. Com rigor e critério buscar conhecimento espiritual numa fonte digna de crédito
Nem sempre as argumentações e explicações ditas espirituais procedem de fonte confiável. Há mananciais tão contaminados que desfiguram a beleza de uma espiritualidade saudável. Não raro vemos pessoas que em troca de alguns benefícios na vida põem a perder a família, a saúde física, o domínio próprio, além dos bens e o futuro, por uma espiritualidade falsa e nociva, indigna do propósito para o qual existimos.
4. Atender às palavras de quem tem autoridade espiritual comprovada
Ninguém deve crer às cegas em qualquer afirmação por mais confortante ou coerente que pareça. É indispensável que se comprove a fonte de poder que legaliza as afirmações dirigidas à nossa alma.
No entanto, podemos questionar: se no âmbito material, tangente, já temos tantos enganos, dúvidas e incertezas, quem nos garante, o conhecimento das verdades necessárias para alcançar a saúde espiritual? O ambiente espiritual que parece não tangente e obscurecido poderia ser esclarecido? A solução seria filosófica, científica, humanitária ou religiosa?
Permita-me apresentar-lhe algumas respostas para sua avaliação com base não na Filosofia, ou Ciência na prática humanitária ou na Religião, mas nas palavras, no caráter e na conduta de uma pessoa que, em nossos dias, precisamos voltar a descobrir e conhecer: Jesus, o Galileu de Nazaré.
Quanto às coisas materiais e efêmeras comparadas ao valor da vida, ele disse: Que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma? (Mateus 16.26) Jesus afirma que nossa vida é eterna e vale mais do que posições ou bens materiais. Tanto assim que ele se dispôs a dar sua própria vida para resgatar a nossa.
Quanto à valorização das coisas eternas ele disse: Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual eu lhes darei (João 6.27); Eu lhes dou a vida eterna, e... jamais perecerão (João 10.28). Ele teve o firme propósito de não nos deixar acomodados ao pensamento de que somos transitórios. Ele nos lembrou que a eternidade está impressa em nosso espírito e que não devemos desprezá-la.
Quanto à credibilidade da fonte do conhecimento espiritual ele afirmou: Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão (Lucas 21.33). Mesmo sem ser lida ou conhecida, a Bíblia é injustamente alvo do descrédito de muitos. Porém, todo aquele que quiser por à prova a credibilidade deste documento se surpreenderá com a quantidade e qualidade de evidências documentais que a tornam digna de crédito. O que torna este livro espiritual são suas características únicas, especialmente o caráter profético evidente a qualquer questionador sincero em busca da verdadeira espiritualidade. Por exemplo, no Antigo Testamento há mais de trezentas profecias detalhadas, a respeito de Jesus e de sua vida, escritas há dezenas de séculos antes de seu nascimento e que se cumpriram pormenorizadamente.
Quanto à autoridade comprovada, ele disse: Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra (Mateus 28.18). Ele disse isto após ressuscitar, ou seja, vencer a morte, e quem vence a morte tem autoridade para dizer o que é a verdadeira espiritualidade. Ele disse ainda: Mas, para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados - disse ao paralítico - eu lhe digo: Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa. Imediatamente ele se levantou na frente deles, pegou a maca em que estivera deitado e foi para casa louvando a Deus (Lucas 5.24,25). Até as curas que fazia tinham a finalidade de mostrar a todos que ele tinha autoridade para desfazer o elemento que separa nossa vida de Deus: o pecado. O apóstolo Paulo disse dele: Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade... (Jesus) é o Cabeça (Governo) de todo poder e autoridade (Cl 2.9,10). Qualquer argumento ou revelação espiritual oriunda de subalternos que discordem das palavras de Jesus não possui credibilidade nem autoridade divinas, por isto é preciso comprovar tanto a fonte quanto a autoridade de afirmações espirituais.
Deus é espírito, portanto é o maior interessado em que tenhamos uma espiritualidade saudável. Você tem garantias das fontes e da autoridade das diretrizes espirituais que orientam a sua vida? Você tem certeza de que elas são dignas de crédito? Você tem meios para comprovar a fidelidade das escolhas espirituais que fez? Se não temos como confrontar e aquilatar as bases de nossa espiritualidade, não haverá saúde nela.
O bom senso nos orienta a tomarmos algumas posturas adequadas para obter uma espiritualidade saudável:
1. Definitivamente dar menos valor às coisas materiais e efêmeras
A vida vale mais do que um produto, mais do que as riquezas, mais do que as posições sociais. Quando colocamos estas coisas acima da vida enveredamos pela ladeira destrutiva do engano, da ganância que gera insatisfação, na contramão da espiritualidade verdadeira.
2. Tomar a corajosa deliberação de reconhecer e valorizar o que é eterno
Em nosso interior há uma forte percepção de que a vida vai além da curta história que podemos escrever nesta terra. Convivemos com valores que se mostram tão ricos que não fariam sentido se fossem temporais. Assim é o amor, a amizade, a boa lembrança, os laços de alma, a solidariedade. São riquezas espirituais da alma cujos valores se estendem para além de nossa própria vida.
3. Com rigor e critério buscar conhecimento espiritual numa fonte digna de crédito
Nem sempre as argumentações e explicações ditas espirituais procedem de fonte confiável. Há mananciais tão contaminados que desfiguram a beleza de uma espiritualidade saudável. Não raro vemos pessoas que em troca de alguns benefícios na vida põem a perder a família, a saúde física, o domínio próprio, além dos bens e o futuro, por uma espiritualidade falsa e nociva, indigna do propósito para o qual existimos.
4. Atender às palavras de quem tem autoridade espiritual comprovada
Ninguém deve crer às cegas em qualquer afirmação por mais confortante ou coerente que pareça. É indispensável que se comprove a fonte de poder que legaliza as afirmações dirigidas à nossa alma.
No entanto, podemos questionar: se no âmbito material, tangente, já temos tantos enganos, dúvidas e incertezas, quem nos garante, o conhecimento das verdades necessárias para alcançar a saúde espiritual? O ambiente espiritual que parece não tangente e obscurecido poderia ser esclarecido? A solução seria filosófica, científica, humanitária ou religiosa?
Permita-me apresentar-lhe algumas respostas para sua avaliação com base não na Filosofia, ou Ciência na prática humanitária ou na Religião, mas nas palavras, no caráter e na conduta de uma pessoa que, em nossos dias, precisamos voltar a descobrir e conhecer: Jesus, o Galileu de Nazaré.
Quanto às coisas materiais e efêmeras comparadas ao valor da vida, ele disse: Que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma? (Mateus 16.26) Jesus afirma que nossa vida é eterna e vale mais do que posições ou bens materiais. Tanto assim que ele se dispôs a dar sua própria vida para resgatar a nossa.
Quanto à valorização das coisas eternas ele disse: Não trabalhem pela comida que se estraga, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual eu lhes darei (João 6.27); Eu lhes dou a vida eterna, e... jamais perecerão (João 10.28). Ele teve o firme propósito de não nos deixar acomodados ao pensamento de que somos transitórios. Ele nos lembrou que a eternidade está impressa em nosso espírito e que não devemos desprezá-la.
Quanto à credibilidade da fonte do conhecimento espiritual ele afirmou: Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão (Lucas 21.33). Mesmo sem ser lida ou conhecida, a Bíblia é injustamente alvo do descrédito de muitos. Porém, todo aquele que quiser por à prova a credibilidade deste documento se surpreenderá com a quantidade e qualidade de evidências documentais que a tornam digna de crédito. O que torna este livro espiritual são suas características únicas, especialmente o caráter profético evidente a qualquer questionador sincero em busca da verdadeira espiritualidade. Por exemplo, no Antigo Testamento há mais de trezentas profecias detalhadas, a respeito de Jesus e de sua vida, escritas há dezenas de séculos antes de seu nascimento e que se cumpriram pormenorizadamente.
Quanto à autoridade comprovada, ele disse: Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra (Mateus 28.18). Ele disse isto após ressuscitar, ou seja, vencer a morte, e quem vence a morte tem autoridade para dizer o que é a verdadeira espiritualidade. Ele disse ainda: Mas, para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados - disse ao paralítico - eu lhe digo: Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa. Imediatamente ele se levantou na frente deles, pegou a maca em que estivera deitado e foi para casa louvando a Deus (Lucas 5.24,25). Até as curas que fazia tinham a finalidade de mostrar a todos que ele tinha autoridade para desfazer o elemento que separa nossa vida de Deus: o pecado. O apóstolo Paulo disse dele: Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade... (Jesus) é o Cabeça (Governo) de todo poder e autoridade (Cl 2.9,10). Qualquer argumento ou revelação espiritual oriunda de subalternos que discordem das palavras de Jesus não possui credibilidade nem autoridade divinas, por isto é preciso comprovar tanto a fonte quanto a autoridade de afirmações espirituais.
Deus é espírito, portanto é o maior interessado em que tenhamos uma espiritualidade saudável. Você tem garantias das fontes e da autoridade das diretrizes espirituais que orientam a sua vida? Você tem certeza de que elas são dignas de crédito? Você tem meios para comprovar a fidelidade das escolhas espirituais que fez? Se não temos como confrontar e aquilatar as bases de nossa espiritualidade, não haverá saúde nela.
MEU PLANO DE SAÚDE
"Disse Josué ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós"- Josué 3:5.
O plano de saúde de Jesus é o único que só aceita doenças pré-existentes e não exige carência: Jesus, porém, ouvindo isso, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores – Marcos 2:17.
A carência imposta, neste caso, diz respeito à santificação. Sem santificação você não verá o Senhor num futuro mais distante - quando partir deste mundo - e nem num futuro próximo – amanhã – quando buscar por seus sinais e maravilhas.
O plano abrange apenas 2 tipos de enfermidades:
A enfermidade espiritual
Mais pré-existente que essa impossível. Começou com nossos pais no Jardim do Éden:
"Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu, e deu também ao marido, e ele comeu" - Gen. 3:6.
Contrariamente ao que pensam alguns espiritualistas, o homem não tem melhorado após supostas reencarnações, século após século. O mundo que a esta altura deveria ter voltado ao Éden pré-serpente continua sério candidato ao troféu "Pior lugar para se viver". Quanto mais progresso tecnológico mais retrocesso moral e espiritual. Profecia bíblica cumprindo-se integralmente. Parece que Luis Fernando Veríssimo tinha razão quando escreveu: "Este mundo não é um lugar ruim, só é muito mal freqüentado".
A enfermidade física
Quase tão antiga, veio em conseqüência direta da primeira:
"O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos" – Gen. 6:3.
Apesar disso a cobertura é total:
"Certamente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossa dores levou sobre si; e nós o consideramos por aflito, ferido de Deus, e oprimido" – Isaias 53:5.
"O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor" – Lucas 4:18-19-NVI.
O plano não inclui resgate por helicóptero. Caso as condições sejam aceitas o resgate aéreo será feito via arrebatamento:
"Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor" – I Tessalonicenses 4:17.
Será tão rápido, como se fosse Amil por hora.Graças, não à Golden mas à Red Cross.
O plano de saúde de Jesus é o único que só aceita doenças pré-existentes e não exige carência: Jesus, porém, ouvindo isso, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores – Marcos 2:17.
A carência imposta, neste caso, diz respeito à santificação. Sem santificação você não verá o Senhor num futuro mais distante - quando partir deste mundo - e nem num futuro próximo – amanhã – quando buscar por seus sinais e maravilhas.
O plano abrange apenas 2 tipos de enfermidades:
A enfermidade espiritual
Mais pré-existente que essa impossível. Começou com nossos pais no Jardim do Éden:
"Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu, e deu também ao marido, e ele comeu" - Gen. 3:6.
Contrariamente ao que pensam alguns espiritualistas, o homem não tem melhorado após supostas reencarnações, século após século. O mundo que a esta altura deveria ter voltado ao Éden pré-serpente continua sério candidato ao troféu "Pior lugar para se viver". Quanto mais progresso tecnológico mais retrocesso moral e espiritual. Profecia bíblica cumprindo-se integralmente. Parece que Luis Fernando Veríssimo tinha razão quando escreveu: "Este mundo não é um lugar ruim, só é muito mal freqüentado".
A enfermidade física
Quase tão antiga, veio em conseqüência direta da primeira:
"O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos" – Gen. 6:3.
Apesar disso a cobertura é total:
"Certamente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossa dores levou sobre si; e nós o consideramos por aflito, ferido de Deus, e oprimido" – Isaias 53:5.
"O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor" – Lucas 4:18-19-NVI.
O plano não inclui resgate por helicóptero. Caso as condições sejam aceitas o resgate aéreo será feito via arrebatamento:
"Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor" – I Tessalonicenses 4:17.
Será tão rápido, como se fosse Amil por hora.Graças, não à Golden mas à Red Cross.
AO PERSISTIREM OS SINTOMAS, JESUS DEVERÁ SER CONSULTADO
“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” – I Timóteo 4:1.
A frase acima foi adaptada a partir do slogan que encerra grande parte dos comerciais de medicamentos que vemos constantemente na mídia, ou seja, medique-se primeiro, consulte o médico depois, se algo sair errado.
O evangelho moderno comprou a idéia: vamos tentar fazer do nosso jeito, se não funcionar... bem, alguns se lembram de consultar a Jesus, outros continuam tentando tratamentos alternativos.
Parece que alguns desses remédios não têm surtido o efeito desejado no hospital evangélico:
Na pediatria utiliza-se cada vez mais o fórceps. Como o número de novos nascimentos tem sido cada vez mais raro, não custa tentar ajudar o Criador na difícil tarefa;
Os residentes, inconformados com os avanços da medicina moderna, menos invasiva, indolor, já há algum tempo começaram a sentir saudades da era medieval, do atraso, do sofrimento e do grande número de mortes por infecção.
A Graça está sendo abandonada. Algumas igrejas estão voltando à Lei de forma cada vez mais acelerada. A idéia de que o Pai sabe do que seus filhos precisam e, com certeza, não lhes dará pedra em lugar de peixe, é simples demais, é preciso complicar. Esquecem que têm um Pai amoroso, que são habitação do Espírito Santo; estão voltando às práticas e rituais do Antigo Testamento: campanhas, sacrifícios, penitências, e ofertas, muitas ofertas para sensibilizar o coração de um Deus exigente, que, cada vez mais se assemelha a uma divindade que precisa ser aplacada, como nas religiões animistas.
Ano de Elias, de Isaque, de José, de Neemias, de Daniel. Quando será lançado o “ano de Jesus”, o ano da Graça?
Quando seremos abençoados sem barganhas, sem carnês; mas pelo simples fato de sermos filhos amados?
Quando seremos abençoados no tempo de Jesus, não no tempo dos profetas de plantão?
Quando voltaremos a exercitar o dom da profecia: Deus falando quando Ele quer, quando há mensagem a entregar e não com hora marcada?
Quando voltaremos à fé simples e ao primeiro amor?
Quando voltaremos às boas obras que Deus preparou desde a fundação do mundo para que andemos nelas?
Parece que grande parte do evangelho dos nossos dias apresenta mais sintomas de apostasia do que de bênçãos: a sociedade não está sendo impactada pelo seu “tremendo” poder. Antigamente desdenhava-se do “crente” por seguir a bíblia; hoje, por não ser digno de confiança.
Os sintomas do velho homem e do pecado estão resistindo. Jesus precisa ser consultado. É preciso saber o que Ele pensa do evangelho que está sendo pregado.
À semelhança do Natal, quando o aniversariante é esquecido, a maioria das igrejas não tem recorrido àquele que estabeleceu a igreja (Mat. 16:18), mas à auto-medicação e sofrido seus efeitos colaterais; tem ouvido palpites de “vizinhos” sobre remédios que geralmente funcionam; tem usado de “simpatias” para tentar melhorar a saúde.
Os sintomas persistem e estão piorando. Jesus precisa ser consultado!
A frase acima foi adaptada a partir do slogan que encerra grande parte dos comerciais de medicamentos que vemos constantemente na mídia, ou seja, medique-se primeiro, consulte o médico depois, se algo sair errado.
O evangelho moderno comprou a idéia: vamos tentar fazer do nosso jeito, se não funcionar... bem, alguns se lembram de consultar a Jesus, outros continuam tentando tratamentos alternativos.
Parece que alguns desses remédios não têm surtido o efeito desejado no hospital evangélico:
Na pediatria utiliza-se cada vez mais o fórceps. Como o número de novos nascimentos tem sido cada vez mais raro, não custa tentar ajudar o Criador na difícil tarefa;
Os residentes, inconformados com os avanços da medicina moderna, menos invasiva, indolor, já há algum tempo começaram a sentir saudades da era medieval, do atraso, do sofrimento e do grande número de mortes por infecção.
A Graça está sendo abandonada. Algumas igrejas estão voltando à Lei de forma cada vez mais acelerada. A idéia de que o Pai sabe do que seus filhos precisam e, com certeza, não lhes dará pedra em lugar de peixe, é simples demais, é preciso complicar. Esquecem que têm um Pai amoroso, que são habitação do Espírito Santo; estão voltando às práticas e rituais do Antigo Testamento: campanhas, sacrifícios, penitências, e ofertas, muitas ofertas para sensibilizar o coração de um Deus exigente, que, cada vez mais se assemelha a uma divindade que precisa ser aplacada, como nas religiões animistas.
Ano de Elias, de Isaque, de José, de Neemias, de Daniel. Quando será lançado o “ano de Jesus”, o ano da Graça?
Quando seremos abençoados sem barganhas, sem carnês; mas pelo simples fato de sermos filhos amados?
Quando seremos abençoados no tempo de Jesus, não no tempo dos profetas de plantão?
Quando voltaremos a exercitar o dom da profecia: Deus falando quando Ele quer, quando há mensagem a entregar e não com hora marcada?
Quando voltaremos à fé simples e ao primeiro amor?
Quando voltaremos às boas obras que Deus preparou desde a fundação do mundo para que andemos nelas?
Parece que grande parte do evangelho dos nossos dias apresenta mais sintomas de apostasia do que de bênçãos: a sociedade não está sendo impactada pelo seu “tremendo” poder. Antigamente desdenhava-se do “crente” por seguir a bíblia; hoje, por não ser digno de confiança.
Os sintomas do velho homem e do pecado estão resistindo. Jesus precisa ser consultado. É preciso saber o que Ele pensa do evangelho que está sendo pregado.
À semelhança do Natal, quando o aniversariante é esquecido, a maioria das igrejas não tem recorrido àquele que estabeleceu a igreja (Mat. 16:18), mas à auto-medicação e sofrido seus efeitos colaterais; tem ouvido palpites de “vizinhos” sobre remédios que geralmente funcionam; tem usado de “simpatias” para tentar melhorar a saúde.
Os sintomas persistem e estão piorando. Jesus precisa ser consultado!
Rasgando a Fantasia
O que é uma fantasia?
É tudo aquilo que não corresponde à realidade, mas que é fruto da imaginação.
Parecer alegre é bem mais fácil do que ser alegre. Parecer feliz é infinitamente mais fácil do que ser feliz. Satanás é mestre em ocultar a miséria através da falsa alegria. A sua principal fantasia é a da alegria. Fantasiado de alegria atrai milhões, sem revelar o que está oculto.
A alegria é só uma fantasia quando debaixo dela, ocultos, estão o pecado, o desânimo, a miséria de um país que tem seu ensino em fran¬galhos, a saúde sucateada, o domínio do crime organizado, o tráfico e consumo de drogas, a gravidez adolescente em níveis assustadores, a corrupção em todos os níveis da sociedade, das pequenas cidades às grandes metrópoles.
A alegria é só uma fantasia quando a realidade da quarta-feira de cinzas é difícil de ser suportada. Volta-se à pobreza, à miséria familiar, à falta de emprego, de dinheiro, de perspectivas de crescimento pessoal, de moradia digna.
Com tantos inimigos aguardando na quarta-feira compensa investir durante um ano inteiro para ap¬enas quatro dias? Quatro dias compensam os outros trezentos e sessenta e um?
Os inimigos do brasileiro são muitos e são persistentes. Por estar tão longe o dia da vitória sobre eles parece estranho parar quatro dias para se alegrar.
Na bíblia a alegria muitas vezes está associada à vitória sobre os inimigos. A vitória de Josafá sobre Moabe e Amom foi um desses momentos em que a alegria era muito grande e justificada:
“Então voltaram todos os homens de Judá e de Jerusalém, e Josafá à frente deles, e tornaram para Jerusalém com alegria; porque o Senhor os alegrara com a vitória sobre os seus inimigos” (II Crônicas 20:27).
Rasgar a fantasia da falsa alegria é mostrar a ver¬dadeira face da sua personalidade, depois de haver tentado dissimulá-la. Se fosse possível ver o que está debaixo da fantasia, ficaria claro que liberar-se das “amarras”, “soltar os demônios”, dar vazão à carne e à vontade própria tem um preço e esse preço é muito alto. Para muitas pessoas, carnaval é como sair de férias por quatro dias, arcando, porém, com as despesas da viagem durante o resto da vida. Não serão apenas dez ou doze parcelas de paga¬mento. O preço pago será muito alto e prolongado. Talvez não valha a pena o “investimento”.
O grande engano que o “folião-chefe” implantou no coração dos homens é que para haver alegria é necessário que haja insensatez, falta de limites.
O conselho da Palavra de Deus sobre isso é totalmente diferente. A alegria vem pela realização pessoal, pela paz de espírito, pelo conhecimento do Deus Eterno, e é permanente; dura todos os dias da sua vida e não apenas quatro dias.
Trocar a justiça pela iniqüidade, como pre¬texto para alegrar-se, é um caminho cer¬to para esperar por cinzas na quarta-feira.
O caminho oferecido por Deus é contrário, mas garante um diferencial em relação aos companheiros de bloco: “Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros”. Salmo 45:7.
É tudo aquilo que não corresponde à realidade, mas que é fruto da imaginação.
Parecer alegre é bem mais fácil do que ser alegre. Parecer feliz é infinitamente mais fácil do que ser feliz. Satanás é mestre em ocultar a miséria através da falsa alegria. A sua principal fantasia é a da alegria. Fantasiado de alegria atrai milhões, sem revelar o que está oculto.
A alegria é só uma fantasia quando debaixo dela, ocultos, estão o pecado, o desânimo, a miséria de um país que tem seu ensino em fran¬galhos, a saúde sucateada, o domínio do crime organizado, o tráfico e consumo de drogas, a gravidez adolescente em níveis assustadores, a corrupção em todos os níveis da sociedade, das pequenas cidades às grandes metrópoles.
A alegria é só uma fantasia quando a realidade da quarta-feira de cinzas é difícil de ser suportada. Volta-se à pobreza, à miséria familiar, à falta de emprego, de dinheiro, de perspectivas de crescimento pessoal, de moradia digna.
Com tantos inimigos aguardando na quarta-feira compensa investir durante um ano inteiro para ap¬enas quatro dias? Quatro dias compensam os outros trezentos e sessenta e um?
Os inimigos do brasileiro são muitos e são persistentes. Por estar tão longe o dia da vitória sobre eles parece estranho parar quatro dias para se alegrar.
Na bíblia a alegria muitas vezes está associada à vitória sobre os inimigos. A vitória de Josafá sobre Moabe e Amom foi um desses momentos em que a alegria era muito grande e justificada:
“Então voltaram todos os homens de Judá e de Jerusalém, e Josafá à frente deles, e tornaram para Jerusalém com alegria; porque o Senhor os alegrara com a vitória sobre os seus inimigos” (II Crônicas 20:27).
Rasgar a fantasia da falsa alegria é mostrar a ver¬dadeira face da sua personalidade, depois de haver tentado dissimulá-la. Se fosse possível ver o que está debaixo da fantasia, ficaria claro que liberar-se das “amarras”, “soltar os demônios”, dar vazão à carne e à vontade própria tem um preço e esse preço é muito alto. Para muitas pessoas, carnaval é como sair de férias por quatro dias, arcando, porém, com as despesas da viagem durante o resto da vida. Não serão apenas dez ou doze parcelas de paga¬mento. O preço pago será muito alto e prolongado. Talvez não valha a pena o “investimento”.
O grande engano que o “folião-chefe” implantou no coração dos homens é que para haver alegria é necessário que haja insensatez, falta de limites.
O conselho da Palavra de Deus sobre isso é totalmente diferente. A alegria vem pela realização pessoal, pela paz de espírito, pelo conhecimento do Deus Eterno, e é permanente; dura todos os dias da sua vida e não apenas quatro dias.
Trocar a justiça pela iniqüidade, como pre¬texto para alegrar-se, é um caminho cer¬to para esperar por cinzas na quarta-feira.
O caminho oferecido por Deus é contrário, mas garante um diferencial em relação aos companheiros de bloco: “Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros”. Salmo 45:7.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Uma folha para 2010
Certo dia eu estava aplicando uma prova, os alunos em silêncio tentavam responder as perguntas com uma certa ansiedade.
Faltavam uns 15 minutos para o encerramento e um aluno levantou o braço, se dirigiu a mim e disse:
- Professor, pode me dar uma folha em branco?
Levei a folha até sua carteira e perguntei porque queria mais uma folha em branco.
Ele respondeu:
- Eu tentei responder as questões, rabisquei tudo, fiz uma confusão danada, e queria começar outra vez.
Apesar de pouco tempo que faltava, confiei no rapaz, dei-lhe a folha em branco e fiquei torcendo por ele. Aquela sua atitude causou-me simpatia.
Hoje, lembrando aquele episódio simples, comecei a pensar quantas pessoas receberam uma folha em branco, que foi a vida que Deus lhe deu até agora, e só tem feito rabisco, confusões, tentativas frustradas e uma confusão danada...
Acho que agora, seria um bom momento para se pedir a Deus uma folha em branco, uma nova oportunidade para ser feliz.
Assim como tirar uma boa nota depende exclusivamente da atenção e esforço do aluno, uma vida boa, também depende da atenção de que damos aos ensinamentos do professor nosso Deus.
Não importa qual seja sua idade, condição financeira, religião, etc... Levante o braço, peça uma folha em branco, passe sua vida a limpo! Não se preocupe em tirar 10 (dez), ser o melhor, preocupe-se apenas em ter a simpatia do Mestre. Ele está mais interessado em quem pede ajuda; portanto, só depende de você!
Que o Senhor te abençoe, guarde a tua vida e te dê a Paz."
Faltavam uns 15 minutos para o encerramento e um aluno levantou o braço, se dirigiu a mim e disse:
- Professor, pode me dar uma folha em branco?
Levei a folha até sua carteira e perguntei porque queria mais uma folha em branco.
Ele respondeu:
- Eu tentei responder as questões, rabisquei tudo, fiz uma confusão danada, e queria começar outra vez.
Apesar de pouco tempo que faltava, confiei no rapaz, dei-lhe a folha em branco e fiquei torcendo por ele. Aquela sua atitude causou-me simpatia.
Hoje, lembrando aquele episódio simples, comecei a pensar quantas pessoas receberam uma folha em branco, que foi a vida que Deus lhe deu até agora, e só tem feito rabisco, confusões, tentativas frustradas e uma confusão danada...
Acho que agora, seria um bom momento para se pedir a Deus uma folha em branco, uma nova oportunidade para ser feliz.
Assim como tirar uma boa nota depende exclusivamente da atenção e esforço do aluno, uma vida boa, também depende da atenção de que damos aos ensinamentos do professor nosso Deus.
Não importa qual seja sua idade, condição financeira, religião, etc... Levante o braço, peça uma folha em branco, passe sua vida a limpo! Não se preocupe em tirar 10 (dez), ser o melhor, preocupe-se apenas em ter a simpatia do Mestre. Ele está mais interessado em quem pede ajuda; portanto, só depende de você!
Que o Senhor te abençoe, guarde a tua vida e te dê a Paz."
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